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Como o controle da frota muda comportamento e evita acidentes

Como o controle da frota muda comportamento e evita acidentes

Um gestor de frota carrega muitas responsabilidades. Para que tudo saia como o planejado e imprevistos não ocorram, o gestor deve ter controle de todos os seus ativos, principalmente, dos ativos humanos. Dessa maneira, conseguirá reduzir riscos e custos para a empresa, como no caso de acidentes de trânsito envolvendo a frota. Portanto, para exercer a função de gerir uma frota, é indispensável ter uma visão holística de controle sobre o que acontece dentro e fora da empresa.

Isto é, para gerir de forma eficiente e obter sucesso no negócio, cada aspecto da organização precisa ser avaliado. Levando em consideração essa premissa, se você não controla o uso dos veículos da sua frota e não conhece quais são os riscos e custos dessa falta de controle, você tem um problema. E dos grandes. Como consequência, a empresa terá problemas de curto, médio e longo prazo.

Pois, a falta de fiscalização pode resultar no uso inadequado dos veículos pelos colaboradores, levando, quem sabe, ao envolvimento da frota em acidentes de trânsito. Causas do uso indevido dos veículos da frota Os motoristas, quando selecionados para fazer parte da frota, são instruídos e treinados para utilizar os veículos somente enquanto estiverem a serviço. No entanto, caso não haja um controle adequado, alguns colaboradores – por necessidade ou desvio de caráter – acabam por utilizá-los sem a devida autorização.

O que muitos não sabem – inclusive os gestores da empresa – é que, ao fazerem isso, os motoristas estão colocando suas vidas e a de terceiros em perigo. Além, é claro, de causarem prejuízos financeiros e jurídicos para a organização. Uso pessoal O que acontece, na maioria dos casos, é que os motoristas utilizam o veículo da empresa para benefício próprio. Dentro e fora do horário de trabalho, sem autorização do gestor.

Para prevenir ou eliminar o uso indevido dos veículos, é necessário avaliar a conduta dos motoristas da frota e investir em tecnologias de controle de ativos. Por exemplo, existem tecnologias disponíveis no mercado que calculam e controlam os quilômetros necessários para cumprir a rota prevista até o destino. Caso haja desvio de rota e, por conta disso, um aumento na quilometragem prevista, o gestor da frota é notificado e pode entrar em contato com o condutor para descobrir o que aconteceu. Essas são medidas preventivas e, por isso, indispensáveis, para evitar riscos e custos desnecessários para a frota.

Gestão inadequada das empresas Um gestor que não desenvolve uma política de frota eficiente e deixa de investir em treinamentos e tecnologias para o controle de seus ativos, está fazendo uma gestão adequada do negócio? Se você respondeu não, devemos respirar aliviados. É claro que a empresa não está sendo gerida adequadamente se não houver esses dois aspectos. Isso quer dizer que a empresa está sendo conivente – mesmo sem se dar conta disso – com o uso inadequado de seus veículos e, até mesmo, com episódios sérios, como os de acidentes de trânsito. É preciso virar esse jogo, pois caso isso não aconteça, a empresa será, também, responsável pelos acidentes envolvendo a frota, dentro e fora do horário comercial.

Riscos e custos do uso indevido da frota Os riscos causados pela falta de controle do uso dos veículos pelos colaboradores são de responsabilidade da empresa, mas também, do gestor de frota. Esses riscos impactam, além de outros fatores, em custos adicionais para a organização. Um dos principais riscos são os acidentes de trânsito – que quando não há uma política de controle, passa a ser uma imprudência de ambos os envolvidos, motorista e gestor. E isso não é um papo para assustar o gestor de frota, de forma alguma.

A responsabilidade conjunta passa a acontecer quando gestor e empresa negligenciam o controle dos veículos e não possuem um documento que comprove o aviso das consequências dos acidentes de trânsito para os motoristas. Neste caso, o ideal é formular um documento com base legal, como uma política de frotas, contendo a assinatura do motorista, como forma de comprovar sua ciência em relação às suas responsabilidades. Esta corresponsabilidade jurídica está, inclusive, prevista em lei.

Como a inserida no artigo 29 do Código Penal Brasileiro. Esses custos adicionais, danos materiais e processos jurídicos causam um rombo no financeiro da empresa. Por isso, fizemos uma estimativa dos custos e prejuízos de um acidente de trânsito envolvendo a frota pela imprudência do motorista.

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