Rastreamento

Controle e monitoramento de frotas

 

Empresários ligados ao setor de transporte rodoviário de cargas têm cada vez mais razões para se preocuparem com monitoramento de frotas. É crescente a onda de violência que assola as estradas do País.

As notícias de roubos de cargas têm sido cada vez mais frequentes nos jornais. E agora a moda são os roubos encomendados e super bem planejados pelas quadrilhas, que trabalham com notas fiscais falsas e receptadores garantidos.

As frotas mais visadas são aquelas que carregam cargas de fácil escoamento no varejo e que não permitem fácil identificação de origem. Isso vale para os produtos alimentícios, seguidos dos cigarros, cargas fracionadas, confecções, e eletroeletrônicos.

Rio de Janeiro e São Paulo lideram o percentual de casos, com 80% deles. As vias Anhagüera, Dutra e Castelo Branco são as campeãs. Já em regiões de lavouras, o alvo dos assaltantes são os defensivos. Mas de uma forma geral, os roubos de cargas ocorrem em 59% nas rodovias federais e 41% nas estaduais, segundo dados de uma pesquisa da ABTC – Associação Brasileira dos Transportadores de Cargas.

Com prejuízos, algumas empresas fecham as portas e liquidam suas frotas, porque nem sempre têm condições de arcar com medidas e equipamentos de segurança.

E é pensando nesta oportunidade de negócios e também na segurança nas estradas para motoristas, passageiros e cargas, que empresas como a Autocargo vêm investindo em um modelo de negócios que facilita a contratação de rastreamento veicular por empresas e pessoas físicas. Elas oferecem desde equipamentos a plataformas – como é o caso da Autocargo.

Mas além da plataforma, a Autocargo oferece também a possibilidade de pessoas físicas investirem neste mercado de monitoramento de frotas, entrando como um associado da plataforma e oferecendo o serviço a clientes terceiros. Trata-se de uma renda recorrente e de uma oportunidade de abrir um negócio próprio com baixo investimento inicial.

4 Comments

Click here to post a comment